Curta Metragem - A Ditadura da Especulação

Comentario: Mais um episodio sobre o que o sistema em que voce vive, evita mostrar, tanta destruição para criar areas concretatas, estéreis... e pra que, progresso??? Voce ja parou pra pensar que onde vc está, era um bosque, era um riacho, um corrego, a maneira como tudo é construido é depressivo, destrutivo, ignorante, quadradro e onde a cooperação com a natureza e o respeito são transformados em cinzas e materia organica não utilzado. Esses estudantes são um exemplo de resistencia juntamente com os indigenas, o conflito deve ser sempre evitado, porém, se estamos aqui, inseridos dentro disso tudo, acredito que nao se pode deixar e virar as cosas, nesse caso é preciso valer o direito e resistir com sabedoria.
Destroem a natureza para fazer condomino verdinho e ecologico...

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Terracap e a ditadura da especulação

"O curta metragem, que não recebeu qualquer tipo de patrocínio, mostra as tentativas de impedir que as máquinas derrubassem a vegetação local para construção de edifícios do setor noroeste, cujo metro quadrado, o mais caro da capital, pode chegar a R$ 25 mil.
Além disso o documentário também mostra diversos confrontos entre índígenas, manifestantes, polícia militar e seguranças da administradora Terracap, que além de ser a estatal que administra as terras públicas do Distrito Federal, curiosamente também é uma das patrocinadoras do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, onde o curta ganhou o prêmio de Júri popular. O filme retrata exatamente este movimento de resistência ao avanço das construções desse novo bairro em Brasília, que tenta retirar do local um antigo santuário e a comunidade indígena que habita a área. Com o apoio de manifestantes e ativistas junto aos indígenas, eles tentam impedir as obras e enfrentam a truculência dos 800 policiais enviados pelo Governador Agnelo Queiroz, seguranças da Terracap e a milícia contratada pelas empresas privadas."

A exibição
"O Festival de Brasília tem a tradição de possuir o público mais politizado dentre os festivais realizados no Brasil. Algo até mesmo natural, visto que o evento acontece em plena capital do país, onde tudo respira a política. A noite deste sábado deu mais uma demonstração desta militância, quando dezenas de pessoas subiram ao palco para protestar antes da exibição do curta-metragem A Ditadura da Especulação, de Zé Furtado.
Com palavras de ordem contra o governador Agnelo Queiroz, os protestantes leram e distribuíram um manifesto, onde defendiam a manutenção dos índígenas e criticavam a política de obras visando a Copa do Mundo de 2014. O público embarcou no protesto e aplaudiu fervorosamente. A exibição do curta, com cenas de agressão de seguranças, milícia e policiais, fez com que o clima esquentasse ainda mais. Brados de protesto tomaram conta do Teatro Nacional Cláudio Santoro, forçando a paralisação momentânea da programação do festival até que os ânimos se acalmassem.
A causa relatada no curta comoveu a platéia que ao fim da exibição, pela primeira vez desde o início da mostra competitiva do Festival de Brasília 2012, aplaudiu um filme em pé.
A Ditadura da Especulação é dirigida por Zé Furtado, que segundo o manifesto distribuído "é um voluntário do Centro de Mídia Independente, uma locutora de radio livre, uma trabalhadora que paga 4 ônibus lotados por dia na Samambaia, um cineasta sem cinema onde passar seu filme, é uma sem terra em Planaltina, um desempregado na Estrutural, Catraqueiro no Paranoá, Honestino na UnB, uma Feminista nas ruas da cidade. Zé Furtada é o zapatista sub-comandante Marcos, suas representações e maiorias sociais. Maiorias, sim! Minoria é o 1% dono dos meios de produção e do poder institucional. Somos mais!".
Na verdade o filme é de um coletivo de cineastas responsáveis pela obra, e tem o objetivo de ser uma ferramenta politica que se desdobra em ações práticas."


''Eles são 1%. Somos 99%.
Bom filme a todas e todos e esperamos que vocês se revoltem.

O SANTUÁRIO NÃO SE MOVE!''

Posted by Anônimo |

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